MARIA CELESTINA FERNANDES nasceu no Lubango, província da Huíla, para onde seu pai, funcionário público, havia sido transferido. Ainda muito jovem foi para Luanda, e nesta cidade cresceu e fez toda a sua formação. É Assistente Social e licenciada em Direito. Dentre as várias funções que exerceu, destaca-se o serviço prestado no Banco Nacional de Angola, onde chefiou o departamento social e posteriormente passou para a área jurídica, aposentando-se na categoria de subdiretora. Iniciou a carreira literária no início da década de oitenta.

É autora de uma vasta obra, com destaque para a literatura infantojuvenil. Tem obras   premiadas e algumas traduzidas para outros idiomas.

 

OBRAS DA KAPULANA

Kalimba, 2015. [Vozes da África].

Kambas para sempre, 2017. [Vozes da África].

OUTRAS PUBLICAÇÕES

  • A borboleta cor de ouro. UEA,1990.
  • Kalimba. INALD, 1992.
  • Retalhos da vida. INALD, 1992.
  • A árvore dos gingongos. Edições Margem. 1993.
  • Poemas. UEA, 1995.
  • A rainha tartaruga. INALD, 1997.
  • A filha do soba, Nzila. 2001.
  • O presente. Chá de Caxinde, 2002
  • O meu canto. UEA, 2004.
  • Os panos brancos. UEA, 2004.
  • A estrela que sorri. UEA, 2005.
  • É preciso prevenir. UEA, 2006.
  • As três aventureiras no parque e a joaninha. UEA, 2006.
  • União Arco-Íris. INALD, 2006.
  • Colectânea de contos. INALD, 2006.
  • A Muxiluanda. Chá de Caxinde, 2008.
  • As amigas em Kalandula. INIC, 2010.
  • Os dois amigos. UEA, 2010.
  • Jardim do livro. INIC, 2011.
  • Sonhando. UEA, 2011.
  • Canção para os kangengues. INIC, 2012
  • A lagoa Misteriosa. Porto Editora/Plural Editores, 2012.
  • Disputa entre o vento e o sol e outras histórias. Leya/Texto Editora, 2016
  • O grande encontro. Porto Editora/Plural Editores, 2016.

PRÊMIOS, CONCURSOS e OUTRAS PARTICIPAÇÕES

  • Menção altamente recomendável. FNLIJ, 2009
  • Diploma de mérito do Ministério da Cultura, 2009.
  • Prémio Literário Jardim do Livro Infantil, 2010.
  • Prémio Caxinde do Conto Infantil, 2012.
  • Prémio Excelência Literária (Troféu Corujão das Letras), 2015.